Contos

Viagem Fantástica - Olavo Berquó

(2 votos, média de 4.50 em 5)

Tentei respirar fundo, mas foi em vão. Bits não respiram. Olhei para o meu corpo, meus braços, minhas pernas. Nada estava lá. Depois do pavor, comecei a admirar o poder da mente. Eu sentia o meu coração aos pulos, mas não tinha coração, a sensação de suor gelado me incomodava, mas não havia suor, nem corpo, nem nada. Aliás, tudo. De algum modo, tudo estava ali. Apenas a forma era outra.

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Ecos de Alfa Centauro - Brian Oliveira Lancaster

(9 votos, média de 4.67 em 5)

Criar e destruir. Dois poderes que sempre fascinaram a humanidade desde tempos remotos. Quantas vezes não ficamos felizes em ganhar um brinquedo, para depois de alguns meses quebrá-lo e abri-lo para ver como era feito? Ou então o prazer de construir um castelo e máquinas fantásticas e ter a satisfação de jogá-los no chão para contemplar as peças se desfazendo? E se o mesmo sentimento não estivesse atrelado somente aos seres humanos, mas também a entidades cósmicas?

 

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Sementes da Terra: Lobisomem

(3 votos, média de 4.67 em 5)

Quando criança, ele viu o avô e o pai desbravarem as matas fechadas do interior do país, dando origem ao vilarejo que seria a fonte de riqueza de sua família. Porém, nesta mesma época, ele também conheceu o horror e o medo, uma tragédia que o abalaria para o resto de sua existência: outro demônio se instalara na cidade, espalhando novamente morte e terror.

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OS SALGUEIROS

(1 voto, média de 5.00 em 5)

Aqui está, então, Os Salgueiros, uma das novelas fantásticas de que mais gosto, imperdível, altamente recomendada. O clima de terror que vai se instalando na vida de dois pescadores de ocasião, isolados numa ilhota temporária de bancos de areia pelas correntes e marés do rio Danúbio, é algo feito com maestria, algo que, embora feito no estilo clássico, mais voltado para a visão intimista de personagens, é um primor de como envolver o leitor no mundo da imaginação fantástica e deixá-lo deslumbrado, querendo sempre continuar a leitura.

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A Morta - Guy de Maupassant

(10 votos, média de 4.50 em 5)

 

 Eu a amara perdidamente! Por que amamos? É realmente estranho ver no mundo apenas um ser, ter no espírito um único pensamento, no coração um único desejo e na boca um único nome: um nome que ascende ininterruptamente, que sobe das profundezas da alma como a água de uma fonte, que ascende aos lábios, e que dizemos, repetimos, murmuramos o tempo todo, por toda parte, como uma prece.

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