Contos

O bebê de pano

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A mendiga carregava uma boneca rota, careca e do tamanho de um bebê de pano. Mimava a boneca pelas ruas e falava com ela. Meu bebê. Dizia. Só meu, shiii, shiii... Não chora! Shiii...

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Eu sou o início, talvez o meio, mas nunca o fim

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Pela memória do meu pai eu juraria que todos, exatamente todos os homens do planeta já se imaginaram na minha situação ao acordar no dia 22 de dezembro de 2012. Naquele dia, eu acordei como o único homem do planeta terra. Demorou para eu descobri a minha posição.

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O Tatuador de Borboletas

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Respondeu lacônico. Era uma das coisas que resolvi fazer e recuar seria o mesmo que desistir. Cerca de 15 minutos depois o trabalho terminou. Quando a pessoa se levantou, notei que era uma linda garota de olhos verdes, cabelos curtos, muito branquinha aparentando 19 anos. Não se intimidou. Antes de se levantar amarrou uma espécie de canga no pescoço impedindo-me de ver sua intimidade.

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A Estalagem de Carfax

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Há anos, Ivan era o único responsável por todas as atribuições da pequena estalagem. Depois da perda mulher, que desaparecera numa noite tão fria como a que presenciava nos últimos dias, o solitário homem fez questão de manter a hospedaria funcionando a todo vapor, o que ajudava-o a manter a cabeça sempre ocupada, e a tristeza e o desgosto pela perda da mulher amada, bem longe dali.

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Noite Rubra

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Eu como em todas as noites nos últimos dois meses, desde que uma estranha insônia tomou conta de mim, logo após a trágica e misteriosa morte de minha mulher, estava no telhado de meu sobrado de três andares observando a monótona cidadezinha dormir até que o sol ameaçasse aparecer e junto com ele meu sono chegasse.

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