Ficção Científica

Ecos de Alfa Centauro - Brian Oliveira Lancaster

(6 votos, média de 4.67 em 5)

Criar e destruir. Dois poderes que sempre fascinaram a humanidade desde tempos remotos. Quantas vezes não ficamos felizes em ganhar um brinquedo, para depois de alguns meses quebrá-lo e abri-lo para ver como era feito? Ou então o prazer de construir um castelo e máquinas fantásticas e ter a satisfação de jogá-los no chão para contemplar as peças se desfazendo? E se o mesmo sentimento não estivesse atrelado somente aos seres humanos, mas também a entidades cósmicas?

 

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Viagem Fantástica - Olavo Berquó

(2 votos, média de 4.50 em 5)

Tentei respirar fundo, mas foi em vão. Bits não respiram. Olhei para o meu corpo, meus braços, minhas pernas. Nada estava lá. Depois do pavor, comecei a admirar o poder da mente. Eu sentia o meu coração aos pulos, mas não tinha coração, a sensação de suor gelado me incomodava, mas não havia suor, nem corpo, nem nada. Aliás, tudo. De algum modo, tudo estava ali. Apenas a forma era outra.

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4D

(2 votos, média de 5.00 em 5)

 

 Alguns dias atrás aquele era apenas um ponto azul no céu, apesar de mais brilhante que todos os outros da abóbada celeste negra. Não contando nosso próprio sol amarelo, obviamente! Mas, avançando em direção à estação espacial na velocidade de 30 quilômetros por segundo, começava a ficar claro que não era mero ponto, e sim uma esfera azul.

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Os Estranhos da Noite - Afonso Pereira

(1 voto, média de 5.00 em 5)

Os quatro estranhos lá fora queriam a criança que estava na sua barriga!  Eu sei. Eu sinto. Eles querem o meu bebê! Não sabia determinar bem qual a razão, mas desconfiou assim que os viu parados em atitude muito suspeita dentro dos limites do seu quintal. Então, sem saber como proceder, desligara os refletores portáteis instalados no umbral da porta e deixara os invasores envoltos sob a luz de uma acanhada lamparina a óleo, aparelho ainda em uso dos costumes antigos das regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos; era uma luz fraca, mortiça, que teimosamente impunha sua luminescência medíocre contra uma das noites mais escuras do século.

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Mecano - David Machado

(3 votos, média de 5.00 em 5)

          

 

                Depois de três ou quatro voltas, os cliques característicos voltam a ser ouvidos. As plaquetas alfanuméricas do visor com a última mensagem digitada começam a descer uma por uma, letra por letra, palavra por palavra.

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Silêncio no espaço - Leonardo Werneck

(3 votos, média de 4.67 em 5)

Ludwig preparava as cordas, que agora já se  encontravam firmemente amarradas no teto de seu pequeno  escritório. Olhando o marrom pálido do instrumento assassino, o rapaz, que começava a sentir uma calorosa umidade nos olhos, se lembrava do dia em que Ela, pela primeira vez, se apresentou à sua frente.

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Salada de Gente

(4 votos, média de 5.00 em 5)

A nave não era propriamente o que se poderia chamar de disco voador. Na verdade era esférica, e nem ao menos era metálica. Tinha uma textura diferente, basicamente um coco gigante! Dois seres saíram de dentro deste coco, e tinham aproximadamente uns três, talvez quatro metros de altura. Moviam com destreza cinco patas inferiores articuladas, espaçadas igualmente em torno do seu tronco cilíndrico de formato ligeiramente pentagonal. Eles eram verdes, como a maioria das pessoas imagina que sejam seres extraterrestres. Só que definitivamente não eram “homenzinhos verdes”. Se não fosse pelo fato de se moverem com habilidade e aparentemente não estarem enraizadas no chão de forma nenhuma, qualquer um afirmaria que estes seres extraterrestres eram vegetais!

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O Dia da Inclusão

(1 voto, média de 5.00 em 5)

Foi exatamente naquele oitavo dia da semana que Hymena teve certeza que estava apaixonada: com tudo o que havia de bom e de terrível de toda paixão. Se, por um lado, havia agora aquele calor agradável, o sonhar acordado, aquela coisa embolada e imprecisa (mas que preenchia de alguma maneira o vácuo que antes havia em seu coração), por outro...

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Sobre o que estávamos falando mesmo?

(3 votos, média de 5.00 em 5)

O relógio antigo marcou meio-dia. Suas badaladas foram ouvidas através da sala de experimentos científicos. Fato insignificante que, por algum motivo obscuro, chamou sua atenção.

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O Triângulo de Einstein

Esther deixou a cabine e Áster voltou à poltrona com a foto nas mãos. Foto que, a propósito, nada tinha a ver com sua adolescência. Era a imagem de um dia especial, há quinze anos, quando ele chegou à posição de professor titular na faculdade. Seu sorriso, naquela festa em sua homenagem, era legítimo.

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