Resenhas

Resenha: Deixa ela entrar

(1 voto, média de 5.00 em 5)

Oskar é apenas um garoto de doze anos, filho de pais separados, que pratica pequenos furtos e  que caminha para uma adolescência solitária e  vazia. Vazia e sem sentido. Sempre atormentado, sempre inseguro, Oskar guarda alguns  grandes segredos. Oskar, o garoto amedrontado, o menino acuado,  tem um álbum secreto, no qual coleciona recortes de notícias sobre serial killers. 

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Resenha filme: O 4º homem

Escritor alcoólatra, perturbado por ideias e visões da morte, viaja para uma palestra e se envolve com uma cabeleireira cujo amante acaba por despertar seu ciúme e interesse. Primeiro uma confissão: mesmo com ótimos filmes no currículo como “Robocop” e “O Vingador do Futuro”, nunca dei muita bola para o Verhoeven como artista; não fosse um lampejo de curiosidade, esta pérola da fase holandesa continuaria em meu limbo cinemático ad infinitum.

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Resenha de filme: Fábula Macabra

(1 voto, média de 4.00 em 5)

Na noite de natal, garotos de um orfanato são convidados para a casa de uma viúva solitária que perdeu a filha em circunstâncias misteriosas. Durante a comemoração, casal de irmãos penetras é surpreendido pelo mordomo, mas a senhora os abriga, sem perceber o quão curioso é o garoto e acaba por criar um elo emocional com a irmã, a quem enxerga como a projeção de sua filha

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Resenha de filme: Segredos Mortais

(2 votos, média de 5.00 em 5)

Após um escândalo de aborto, seminarista se afasta do clero e - em fuga - faz um juramento de sangue com uma seita secreta que promete lhe revelar mistérios proibidos e esotéricos. A fim de se resguardar, assim como parte do pacto, decide trabalhar como bibliotecário em uma mansão campestre habitada por um padre excomungado cujo antigo assistente foi morto em circunstâncias misteriosas.

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Mortos entre os vivos

(2 votos, média de 5.00 em 5)

     

  Na capa de “Mortos entre vivos” lê-se uma citação do jornal britânico  Independent: “Lembra Stephen King na melhor forma”.

 

 

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Resenha de conto: A Night in Malnéant

(3 votos, média de 5.00 em 5)

Nesta belíssima fábula sobre morte e culpa, Malnéant é menos a representação física de uma cidade, mas um eco e reflexo da geografia mental e emocional do protagonista: ruas estreitas e tortuosas que se alongam sem direção; badalos funéreos como agentes catalizadores - e intensificadores – de culpa, remorso e melancolia; moradores soturnos que parecem compartilhar a dor do protagonista; névoas inquietas em constante ofuscação de fachadas e arquiteturas.

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Clarke

(2 votos, média de 5.00 em 5)

Em seu desenvolver vai alternando a história do ponto de vista de cada um dos personagens, permitindo uma melhor fluidez da leitura, além de aguçar a curiosidade de quem acompanha os fatos. A remição a informações da cultura geeknerd, e F.C em geral é outro ponto interessante desta obra que enche os olhos desde a bela capa, até o seu formidável desfecho.

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